Luana Olíveira

A teoria do olhar perdido

Publicado em 4 de dezembro de 2020
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Antes de qualquer coisa quero deixar claro que o que vou tratar nesse post nada tem a ver com pessoas com transtornos (TDA, TDAH, etc) ou baixo QI.

Algo que eu desde criança noto em algumas pessoas é um certo olhar perdido. Pessoas que parecem não estar atentas ao redor delas. Parece que não sabem quem são ou o que fazem nesse mundo. Não se preocupam em aprender nada, em se defender de qualquer mal… parece que somente existem no planeta. Só vivem porque o coração bate. Interessante que possuem inteligência ou capacidade similar mas opcionalmente escolhem não usá-la.

Não sei se pelo fato de eu ser introvertida mas analisar o comportamento humano sempre me fascinou. Mas nunca comento nada com essas pessoas… apenas observo e fico com aquilo pra mim.

As pessoas com olhar perdido mesmo vivendo em um mundo com tecnologias e facilidades sempre escolhem fazer coisas fora do contexto lógico da vida.

A única coisa que eu tenho certeza é que um olhar perdido pode se tornar um olhar fixo, decidido e atento ao mundo. Basta que a pessoa acorde pra vida e faça escolhas mais assertivas, comece a prestar atenção ao que acontece ao redor dela e passe a se conhecer melhor.

Nenhum olhar perdido resiste à atitude.

Atualização

  • 11/12/2020 – o vídeo da professora Lúcia Helena Galvão postado na data dessa atualização no canal da Nova Acrópole Brasil vai de encontro a esse post. Se puder, invista pouco mais de 15 minutos da sua vida e assista. Garanto que valerá a pena: https://www.youtube.com/watch?v=olKYljiU7H0

Este é o meu post de número 70 do desafio #100DaysToOffload – Just. Write.