Publicado em: Reflexões

Crise econômica x Consumidor

Já fui empresária, sou empreendedora e algo que não posso deixar de pontuar nesse momento de pré-depressão econômica é o seguinte:

O comércio está se reinventando. Quem não estava presente online agora tem e-commerce. Foi necessário.

Quem tem restaurante e não tinha delivery agora teve que se readaptar e oferecer delivery sem abrir mão da qualidade se quiser continuar fazendo diferença.

Empresas que não ofereciam descontos e não buscavam clientes agora enviam emails com cupons e promoções “por tempo limitado”.

Serviços que não tratavam bem seus clientes agora valorizam cada um o máximo que podem para se manterem abertos na crise que se apresenta.

Muito bem, a questão é que muitas funcionalidades e facilidades já poderiam ser oferecidas ao consumidor mas foram negligenciadas por conveniência e pra forçar o consumidor ir até a loja. Isso tanto nos serviços privados como nos públicos também.

Vivíamos um marasmo comercial, em que todas as facilidades foram ocultadas para que alguns empregos obsoletos fossem mantidos, ainda que desnecessários e arcaicos, como por exemplo a leitura da luz pela Enel (ex-Eletropaulo em São Paulo): sempre tivemos a possibilidade de enviar foto dos registros para esperarmos a fatura. Mas ao invés disso, mantiveram funcionários na rua indo de casa em casa fazer leitura dos registros.

Enfim, acho que esse período crítico de pandemia e readaptação dos negócios também tem nos servido para mostrar até que ponto os empresários estão interessados nos consumidores. Se somos nós que devemos buscá-los ou se são eles que devem nos oferecer opções úteis e práticas de verdade.

Publicado em: Reflexões

Positividade em tempos de crise

Atualmente consumo notícias uma vez ao dia, apenas pela manhã através do resumo fornecido pelo Canal Meio, que aliás recomendo bastante.

Já faz um tempo que decidi lidar com notícias e fatos de uma maneira mais sã, que consiste basicamente em controlar o que está ao meu alcance e criar uma atmosfera na qual eu me sinta confortável e tranquila para tirar o máximo de proveito pessoal para lidar com qualquer situação que se apresente pra mim.

Isso inclui, por exemplo:

  • Consumir menos notícias, dando prioridade aos fatos e buscando soluções nas quais eu possa me adequar.
  • Investir em cursos gratuitos e pagos de assuntos que me interessam e que façam eu me sentir útil como ser humano.
  • Me afastar de ambientes tóxicos e negativos, especialmente quando não tenho controle sobre eles.
  • Evitar gastar a minha energia com assuntos políticos e conspiracionistas.
  • Entender que odiar situações e fatos não mudará a realidade. Se não posso contribuir, apenas me afasto e mudo o foco.

Alguns podem interpretar isso como viver em uma bolha, longe da realidade e dos problemas que assolam a humanidade. No entanto, alimentar o stress e o mal estar em momentos de crise apenas causa desconforto e desespero.

Eu escolho a positividade, me alimentar de bons conhecimentos, aprender coisas novas e úteis para a minha vida, enxergar o que está sendo feito de bom em meio ao caos e avançar nos meus objetivos com prudência e esperança.

Enquanto uns veem crise, outros veem oportunidade. O que você vê?

Publicado em: Reflexões, Tecnologia

Caminhando com o Fitbit

Comecei a caminhar essa semana e foi muito significante para mim. A sensação de bem estar e o contato com a natureza me deixam mais leve e inspirada.

Adicionalmente, uso o Fitbit modelo Alta HR para monitorar o meu sono e agora quero estabelecer uma meta de 10.000 passos para cada caminhada. Parece pouco mas pra mim será ideal começar assim e aumentar a meta conforme eu for ganhando mais energia.

Recomendo muito o Fitbit principalmente por sua funcionalidade de monitorar o sono automaticamente e a bateria que dura 1 semana!

Ter gadgets básicos com o que precisamos é excelente e nos ajuda a focar naquilo que realmente importa.

Publicado em: Reflexões

Escrever mais para escrever sempre

Muita gente pensa que para ter um blog é preciso uma temática específica, muito conhecimento sobre algo ou já ter uma infinidade de leitores.

Muito pelo contrário: blog é pessoal, é a sua forma de comunicar o que você pensa e sente de uma maneira pública.

Ser público não significa que você precisa se preocupar com estratégias de marketing e em ter o maior número possível de visitantes. Voltar a escrever em um blog é, acima de tudo, HUMANO. É você resgatar uma internet agradável, sem preocupações com engajamentos, métricas, volume e dinheiro.

Espero de coração que mais pessoas conheçam as propostas da IndieWeb e voltem a escrever mais com o coração e menos com a ganância.