Luana Olíveira

Escorpião

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Na semana do meu aniversário teremos uma sexta-feira 13 e bem no dia 15 as eleições municipais (que eu não vou participar).

O meu ano novo começará no dia 15/11. E dedicarei esse ano à minha espiritualidade. Aproveito pra sugerir um post muito esclarecedor escrito pela Alline cujo título e teor tem tudo a ver com o que eu penso também: “Espiritualidade não é sinônimo de Religiosidade“.

Quando a gente chega em determinado momento da vida, percebemos que precisamos alcançar níveis superiores de existência, muito além do material e passageiro que aqui está.

Na minha jornada busco por conhecimento, sabedoria, boas vibrações e boas energias. Todo o resto benéfico será consequência das boas buscas que farei pelo caminho.

Atualização

19/11/2020 – Uma possível interpretação da imagem acima, digna de ficar registrada aqui no blog:

O deserto é a imagem da solidão interna, uma espécie de expatriamento interno. Matar o dragão é a nossa luta contra nosso ego, contra nossos vícios. Ele está à beira da água mas não mergulha nela: o medo de um envolvimento afetivo que possa nos tornar frágeis, por isso a aparência dura e seca. A criança com a caveira dentro de uma caverna é a imagem da transformação. O que nasce para morrer e volta ao útero para renascer… A águia nas alturas provavelmente indica o forte desejo de subir além das possibilidades, o fote idealismo, e a necessidade de liberdade. Também reflete o potencial de visão ampla e clara. As dificuldades parecem menores olhadas de cima. A cobra é a kundalini e a erotização do escorpiano. O cálice cheio de luz onde as pessoas podem vir colher experiências e sabedoria, mas ao mesmo tempo o cálice vazio demonstrando o quão difícil é ajudar-nos a nós mesmos.

(Silvia Turina)


Este é o meu post de número 45 do desafio #100DaysToOffload – Just. Write.